O mercado global atravessa um momento de transição frenética. Se há dois anos discutíamos se a inteligência artificial seria relevante, hoje a pergunta é outra: quão rápido sua organização consegue se adaptar à linguagem da IA?
No passado, as equipes tinham tempo para se adaptar às novas tecnologias, mas a IA não oferece o mesmo período de adaptação. A mudança chega da noite para o dia, e as expectativas a acompanham na mesma velocidade. Muitas pessoas sentem que estão sendo pressionadas a acompanhar sistemas que não tiveram tempo de aprender, muito menos de confiar.
Aqui na SQUADRA decidimos que a nossa cultura seria um pilar de confiança, que criaríamos um espaço seguro para que as pessoas pudessem estudar, desvendar a IA e viver essa tecnologia. Para além disso, estamos evoluindo tecnologicamente, sem perder a essência do que nos torna humanos.
Dessas convicções nasceu a AI Fluency: o nosso jeito de pensar e viver, de unir tecnologia, propósito e consciência em um mesmo movimento.
-> Assista o vídeo sobre a nossa cultura no YouTube
O que é, de fato, ser fluente em IA? ↩
Diferente de uma simples capacitação técnica, a AI Fluency é encarada como uma competência comportamental. Ser fluente não é apenas saber gerar prompts, mas ter um olhar atento para os processos e atividades do dia a dia e: 1) entender como potencializar o próprio trabalho e resultados com a IA; 2) identificar processos e decisões em que a atuação deve ser essencialmente humana.
A fluência é o estágio onde a IA deixa de ser uma ferramenta para se tornar parte do cotidiano e ser usada de forma colaborativa e consciente, permitindo que nossos talentos foquem no que é verdadeiramente estratégico e humano: a criatividade e o pensamento crítico.
A nossa jornada é inspirada pelos gigantes ↩
Ao analisarmos o que faz empresas como a OpenAI alcançarem o sucesso, percebemos que o segredo não está apenas nos clusters de GPUs, mas na cultura de iteração rápida e na ausência de silos. A AI Fluency bebe dessa fonte e, por isso, buscamos uma estrutura onde o aprendizado é contínuo e compartilhado em tempo real.
A nossa cultura de IA se manifesta em várias de nossas frentes. Todas as pessoas aqui estão imersas em um ecossistema que incentiva o teste, o erro rápido, a evolução constante e o compartilhamento dos aprendizados. Alguns exemplos de uso de IA no nosso dia a dia são:
- Tecnologia: prototipação ágil, apoio em código e otimização de sistemas;
- Marketing: geração de insights através de dados, personalização de campanhas e leitura de tendências;
- Comercial: análise de oportunidades e construção de propostas inteligentes;
- RH: automação ética e criação de trilhas de desenvolvimento personalizadas;
- Backoffice: automação de relatórios e processos administrativos.
Em cada área, uma prática, em todas, temos um só objetivo comum de propagar a nossa cultura e de tornar toda a empresa fluente em IA. Somos vários, mas somos um.
Os cinco pilares da nossa cultura ↩
A nossa cultura AI Fluency se sustenta em cinco pilares fundamentais:
1. Cocriação acima da automação ↩
A IA não faz o trabalho sozinha. Ela participa das discussões, ajuda a gerar ideias e oferece novas perspectivas, mas a decisão final sempre vem das pessoas. Humanos e máquinas criam juntos, em um fluxo em que a inteligência se multiplica, não se divide.
Um erro comum nas implementações de IA pelo mundo é o foco excessivo no código e a negligência com o emocional. Referenciando visões de mercado como as discutidas pela VentureBeat, entendemos que a empatia é o ingrediente que falta em muitos rollouts de tecnologia.
Aqui reconhecemos que a IA gera ansiedade sobre o futuro do trabalho. Por isso, nossas diretrizes são claras: IA para amplificar, não para substituir. O nosso foco é elevar o potencial humano e entender que o impacto que a tecnologia traz para nossos Squaders e clientes é tão importante quanto os ganhos em si.
2. Aprender e adaptar em movimento ↩
A fluência nasce da curiosidade. Testamos, erramos, ajustamos e reaprendemos continuamente, compartilhando esses aprendizados em rede. Foi assim que criamos os turing bots, soluções internas desenvolvidas a partir da experiência real dos Squaders. Tudo isso, reunido em uma biblioteca interna de conhecimento: o Hub FluêncIA.
3. Transformar dados em decisões inteligentes ↩
A IA entrega números, mas quem dá sentido a eles somos nós. A tecnologia é apoio na interpretação de contextos, mapeamento de tendências, mas na hora de agir com clareza e propósito, precisamos do olhar humano. O foco é coletar mais dados e também tomar melhores decisões a partir deles.
4. Compartilhar para crescer juntos ↩
A cultura de IA só ganha força quando é compartilhada. Por isso, incentivamos trocas semanais entre os times, com apresentação e discussão de casos reais do uso de IA nas nossas entregas. Os insights compartilhados fortalecem a inteligência coletiva e ajudam a construir uma SQUADRA mais fluente, colaborativa e humana.
5. Tecnologia com essência humana ↩
Na base de tudo, está o nosso maior valor: pessoas. A cultura AI Fluency só faz sentido porque gera impacto positivo: respeitando a diversidade, promovendo inclusão e mantendo a empatia como norte. Ser fluente é entender que eficiência e humanidade são complementares e fundamentais.
A AI Fluency é o nosso compromisso com a perenidade. Estamos construindo um ambiente onde a tecnologia é fluida e a inovação é a linguagem nativa. Nós não apenas nos adaptamos à era da inteligência artificial, nós estamos ajudando a escrever as regras de como essa nova era deve ser vivida.
A pergunta que deixamos é: você está pronto para ser fluente em IA? Quer fazer parte desse movimento? Veja as nossas vagas abertas e venha ser um Squader fluente em IA.