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Geração de receita: quais os modelos e como assegurar que é eficaz na empresa?

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As novas mídias já estão aí há algum tempo, mas ainda há quem não sabia muito bem como ganhar dinheiro oferecendo produtos e serviços nesse ambiente. Não à toa, já que essa não é uma tarefa simples — a oferta online é gigantesca e fazer uma URL se diferenciar a ponto de gerar receita pode levar tempo.

Além disso, o modelo ideal de geração de receita pode variar e, em geral, muda várias vezes durante a vida da empresa. Todo negócio precisa ganhar dinheiro para sobreviver e o modelo de receita adotado pode decidir o sucesso ou o fracasso da companhia.

Taxa de conversão ↩

A geração de receita passa, necessariamente, pela taxa de conversão (TC) — já que, normalmente, conversão é sinônimo de vendas. Trata-se de uma informação fundamental para acompanhar os resultados do negócio. Com ela é possível monitorar o desempenho da empresa e os resultados obtidos.

A TC é mais do que o número de vendas, cliques ou cadastros. Ela é o resultado da divisão do número de pedidos pelo número de visitas multiplicado por cem. Não existe uma TC ideal padrão: ela varia de acordo com a meta da empresa e está intimamente ligada ao valor oferecido.

Modelos de receita ↩

Para garantir a geração de receita, as opções vão do simples ao complexo. Conheça, a seguir, algumas alternativas para encontrar o melhor caminho para que um produto seja bem-sucedido e remunerado.

Comunidade ↩

Mais do que simples observadores, integrantes de uma comunidade compartilham valores e têm profundo interesse em um determinado produto ou serviço. Este modelo não sofre com a sazonalidade, o que faz diferença na geração de receita.

Adesão ↩

Oferecer diferentes níveis de adesão ajuda a transformar um produto ou serviço em algo muito mais valioso. Acesso, privilégios e oportunidades de interação o transformam em algo como um clube exclusivo.

Assinatura ↩

Neste modelo, os clientes pagam um valor fixo e recorrente (mensal, geralmente) pelo uso de um produto ou serviço. É bastante comum em empresas com modelo de negócio do tipo Software as a Service (SaaS) e deve ter uma taxa de assinatura mais elevada do que a de cancelamento.

Publicidade ↩

A veiculação de publicidade permite acesso gratuito a um produto ou serviço enquanto os anunciantes mantêm o negócio funcionando. É uma forma simples e fácil de implementar um modelo de receita, mas pode requerer muitas visitas para ser lucrativo — sem contar que muitos usuários acham anúncios irritantes.

Patrocínio ↩

Patrocinadores têm oportunidades muito mais interessantes que anunciantes. Eles podem, por exemplo, interagir com a comunidade formada no site — um público bem mais selecionado.

Eventos ↩

Os integrantes da comunidade online desejam se encontrar presencialmente para se conectar e conhecer pessoas que compartilham dos mesmos interesses e valores. Além disso, patrocinadores interessados em se conectar com eles estão dispostos a pagar pelo direito de participar dos eventos.

Venda direta ↩

É um dos modelos mais usados em sites de e-commerce e pela maioria dos negócios offline.

Comissionamento ↩

A venda de produtos ou serviços de parceiros pode ser feita em troca de uma comissão — uma porcentagem do valor da transação ou um valor fixo definido previamente.

Freemium ↩

É usado quando o produto ou serviço tem uma versão gratuita, com recursos limitados, e uma opção paga com benefícios ou vantagens adicionais (como recursos extras, maior capacidade, mais funcionalidades e outros) que justificam a cobrança.

Pagamento por uso ↩

É um modelo em que o consumidor paga apenas pelo uso do produto ou serviço.

Vídeo ↩

Um produto ou serviço pode atrair interessados para seu canal no YouTube. Assim, pode negociar com patrocinadores e até conseguir receita do próprio YouTube pelas visitas.

Modelo ideal ↩

Esses são alguns dos modelos em uso atualmente, mas não esgotam as possibilidades. Criar uma opção inovadora pode ser um diferencial perante a concorrência. É possível, ainda, usar vários modelos em conjunto.

A opção ideal é aquela que, além de tornar a empresa rentável, é adequada às necessidades e aos desejos do consumidor. É importante, portanto, que seja validada com clientes reais. Assim, pode-se testar mais de uma hipótese de geração receita — ou descobrir uma nova.

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